15 setembro 2009

Cartoons - Segunda Guerra Mundial

Itália
Cartazes referentes á libertação de Roma e ao desembarque de Anzio


França

Cartoons referindo a queda da França em 1940, o progresso aliado em 1944 e as relações Britânicas e Francesas durante a guerra



Portugal
Portugal vende Volfrâmio á Alemanha

Alemanha
Desenhos mostrando a máquina de propaganda alemã, bem como o efeito que bombardeamentos tiveram na indústria alemã e na sua moral.




Pearl Harbor
Cartoon mostra os ataques contra os Estados Unidos, e previsão de vingança sobre os japoneses e os alemães.



A Guerra no Ar

Carttons demonstrando os sucessos da RAF



A Guerra no Mar

Ilustração mostrando o uso de comboios pra proteger os barcos do atlântico pelos aliados



Guerra Aliada

Cartoons sobre os Aliados, que mostra a cooperação entre Grã-Bretanha, a União Soviética e os Estados Unidos, o novo otimismo após a destituição de Mussolini, e as vitórias soviéticas na Finlândia



Vitórias

Cartoons referindo-se as vitórias alemão no início da guerra, a vitória dos Aliados em Berlim e no Extremo Oriente.



O Holocasto

Esta caricatura foi publicada no final da guerra na Europa, quando a dimensão do Holocausto foi se tornando aparente.


Propaganda

Cartoons referindo-se a ataques bem sucedidos da RAF contra a Alemanha, Goebbels tenta dar notícias positivas durante os combates contra os soviéticos e a descoberta do túmulo do soldado polonês que havia sido morto pelo Exército Vermelho.



Churchill
O velho Leão











Hitler








Mussolini





Fonte: The National Library of Wales

Batalha de Inglaterra - Documentário










01 setembro 2009

Kamikazes - o último recurso


«Os esquadrões suicidas japoneses, ou kamikazes - obra do vice-almirante Takijiro Ohnishi, comandante da Primeira Esquadra Aérea - foram utilizados a primeira vez na Batalha do Golfo de Leite, em Outubro de 1944. O almirante acreditava que a falta de navios e aviões com que os japoneses se debatiam, fruto dos combates desgastantes e da ausência de pré-planeamento para uma guerra prolongada, podia ser colmatada com aviões carregados de explosivos que se atirassem para cima dos navios americanos, especialmente dos porta aviões. Os aparelhos eram pilotados por jovens patriotas fanáticos, que acrescentaram uma variante cruel e perigosa á guerra no mar.

O valor táctico dos kamikazes ( termo que significava "Vento Divino", e que se referia a um milagroso tufão que varrera das costas japonesas uma esquadra invasora, na Idade Média) não demorou a confirmar-se. Em Janeiro de 1945, estavam já formadas várias esquadras. Apesar de os caças americanos e o fogo antiaéreo serem eficazes contra os kamikazes, alguns dos pilotos conseguiam passar, o que elevou em flecha as perdas americanas em navios e homens. Os porta-aviões britânicos conseguiam aumentar melhor os ataques suicidas do que os seus congéneres americanos, pois tinham os conveses de voo mais reforçados, não ficando assim inutilizados com um impacte directo.

No entanto, por altura da Batalha de Okinawa, os Japoneses tinham cada vez maior dificuldade em encontrar homens dispostos s sacrificarem-se, verificando-se também uma tendência nos pilotos de voltarem ás bases relatando não terem avistado navios inimigos. Para se por cobro a esta situação, as sortidas dos kamikazes eram por vezes escoltadas por caças com a missão de assegurarem que os suicidas cumpriam a tarefa.
Ao todo os kamikazes afundaram 30 navios americanos e danificando 38, matando cerca de 5000 militares e marinheiros.»




Um piloto suicida, á direita, ajusta o hachimaki de um camarada antes de uma operação kamikaze. Os jovens kamikaze eram tratados como semideuses pelo povo japonês.















Dois jovens pilotos japoneses com os seus hachimaki, ou faixa de cabeça, era usado por todos os pilotos kamikaze, como símbolo de coragem samurai. Os samurais eram originalmente os membros de uma classe guerreira surgida por volta do século XII; cultivavam a indiferença á dor e á morte e dedicavam lealdade total aos seus senhores.








Em:
Grandes Batalhas da II Guerra Mundial, John Macdonald, Diário de Notícias, Edição comemorativa do cinquentenário do inicio da II Guerra Mundial